
Essa sensação de estar tão perto e ao mesmo tempo tão longe, isso é normal?
Quando achamos que estamos suprindo a falta de afeto, mas o lado envolvido faz parecer que não.
Esse sentimento de solidão sem razão, pois o sol esta logo ali para ocultar o frio.
Essa indiferença… Quem se importa?
Palavras não escritas, frases não ditas que se acumulam e fazem uma cratera naquilo que chamamos de coração.
E de repente aqueles pensamentos com histórias desgastantes, com um desfecho nada animador, surgem, assim, do nada e se prendem nas paredes do psiquo. Por quê?
Fúria, tristeza, decepção, carência, amor, orgulho, essa mistura torturante que se encarrega de ocupar minha mente, meu coração e a mim por completo. Egoísmo, não?
Quero me libertar dessa enxurrada de poeira lunática que me deixa sem nexo, me deixa incoerente e pra baixo. Salve me?
Não, não quero mais ajuda, quero apenas um pouco de você, esse pouco que esta se ausentando constantemente.
A pequena garotinha esta partindo para o desconhecido, trace seu rumo assim como fez com seus braços, naquilo que chamamos de abraço. Não a deixe ir.
A lua logo vêm, o dia logo vai, o tempo simplesmente passa, é recíproco demais, o amor é recíproco.
Que todas as ilusões criadas ao decorrer desta angústia desapareçam, como se nunca tivesse existido.
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